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Ator Carlos Machado, de Fina Estampa, será pai novamente após tragédia que levou a vida da filha

Carlos Machado, que atualmente está no ar na reprise de Fina Estampa, comemorou que a família vai aumentar! O babão, que mora com Ivy Rocha, nos Estados Unidos, abriu o coração e compartilhou os detalhes da chegada do segundo filho com a esposa.

Ele também é pai de Luiza, fruto de um relacionamento anterior, que morreu repentinamente após um problema de saúde.

Em entrevista à colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, ele disse que está esperando por um menino: “O nome dele será Luca. Dois nomes parecidos, simples, com pronúncias iguais em qualquer lugar do mundo. A gente achou isso interessante. Minha vida em família é maravilhosa”.

“Minha esposa é um amor de pessoa, uma supermãe. Estamos juntos há quase oito anos. A gente se conheceu e se casou em sete meses. Loucura, né? Ela é bem mais nova que eu. Tem 34 anos. A gente tem uma energia parecida, se dá bem. É um casamento abençoado”, explicou o ator de 55 anos.

Sobre o país, que tem o maior número de casos e mortes de coronavírusno mundo, ele disse que tem tomado todos os cuidados para não se contaminar:

“Os cuidados que tenho mantido são: máscara o tempo todo, em qualquer lugar que a gente vá; lavar as mãos; passar álcool gel e usar luva quando possível. Eu e minha família estamos no interior da Califórnia, não curtimos ficar em cidade muito grande mais, não. Estamos a duas horas de Los Angeles. É bem mais tranquilo por aqui”.

Carlos Machado, o Fernidand de Fina Estampa, novela da TV Globo, abriu o coração e falou sobre a morte da filha, de 11 anos de idade. Atualmente o ator, que também é dentista, tem 55 anos e é casado. O casal tem uma menina, de dois anos, e estão à espera de um menino.

Em entrevista ao Gshow, que foi divulgado na última terça-feira, 7 de abril, Carlos fez um desabafo sobre a perda, que aconteceu há 19 anos. “Me lembro de que quando Ivy ficou grávida, esperava um menino e Deus sabe de todas as coisas, essa coisinha linda veio pra curar meu coração”, começou.

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“Minha primeira filha chamava Luiza, foi uma benção na minha vida e se foi. Tinha hepatiteautoimune e levava uma vida, entre aspas, normal com medicaçãodiária. Mas por causa dessa medicação ela teve pneumoniae evoluiu”, disse emocionado.

Em entrevista ao Mdemulher, em 2012, ele falou ainda sobre a superação da perda. “É muito confortável ter fé, principalmente, em momentos difíceis”.

“Não que eu não tenha sofrido ou não sinta a dor da perda, longe disso. Mas, não tenho mais a revolta e nem o desespero da perda e da falta de respostas para uma tragédia como essa. Recomendo a todos que passaram por perdas difíceis lerem o livro, A Cabana, de Willian P. Young. E os evangelhos. É reconfortante e transformador”, finaliza.

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